MENSAGEM

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ADOÇÃO É...

Adoção é "tornar filho, pela lei e pelo afeto, uma criança/adolescente que perdeu, ou nunca teve, a proteção daqueles que a geraram" Fernando Freire

sábado, 10 de maio de 2014

MARIA PADILHA SOBRE O FILHO:"É UM ALONGAMENTO CONTÍNUO DO CORAÇÃO"

Manoel, de 2 anos, foi adotado pela atriz quando tinha cinco meses de vida.





Maria Padilha e o filho Manoel, de 2 anos (Foto: Luiza Dantas / Divulgação)
Há um ano e sete meses, Maria Padilha conheceu o amor que mudaria sua vida para sempre. O primeiro encontro entre ela e a pessoa que viraria seu coração de cabeça para baixo aconteceu em um abrigo de Cascadura, subúrbio do Rio. Foi quando a atriz viu pela primeira vez Manoel, um bebê de cinco meses. A criança era o filho que durante cinco anos Maria esperava em uma fila de adoção. A partir dali, Manoel, que dormia em um bercinho, não fazia ideia que, naquele momento em diante, ele não só ganhava uma mãe apaixonada e devotada, como também a história de sua vida seria contada de uma outra maneira.
Desde que resolveu adotar um filho e dar início ao processo de adoção, Maria Padilha parou sua vida profissional. Recusou muitos trabalhos crente que a criança viria rápido e, assim, poderia ter mais tempo para cuidar dela. Mas Manoel só veio cinco anos depois e chegou quando ela já havia dado como praticamente certo o fim de seu sonho. Por isso, acabou aceitando o convite para ser a Diva da novela da TV Globo “Lado a lado”. Quando estava indo para a exibição do primeiro capítulo da trama em uma churrascaria do Rio, o inesperado aconteceu.
'Coração maior do que o mundo'

O telefone da atriz tocou e do outro lado da linha Maria ouviu o que esperava durante tantos anos: seu filho a aguardava em uma abrigo. “Saí das gravações e fui até Cascadura buscá-lo. Na hora que o vi, senti o cupido me flechar. A cada dia que passa digo que o amor que sinto por ele é o alongamento contínuo do meu coração. Meu coração está maior do que o mundo!”, diz a atriz.
O filho a faz lutar para ser uma pessoa melhor
Mãe relax
Casada há cinco anos com o iluminador Orlando Schaider, a atriz de 54 anos resolveu partir para a adoção por considerar a inseminação artificial um processo lento e trabalhoso. “Eu não tinha ideia da demora que é um processo de adoção. Quando resolvi fazer a novela ‘Lado a lado’,  já estava ciente do longo tempo que levaria para ter meu filho. Mas não é que ele chegou justamente quando eu estava no ar?”, lembra ela.
Rapidamente, ela providenciou o enxoval de Manoel e o levou do abrigo para casa. O menino ficou aos cuidados de uma babá, enquanto a atriz dava conta das gravações da novela. Quando finalmente o trabalho chegou ao fim, Maria pôde se entregar de corpo e alma ao filho: “Acho até que ele se parece comigo, sabia? Não consigo nem imaginar que ele tem outro pai e outra mãe. Claro que Manoel saberá de tudo um dia”.
Corajoso, destemido, sedutor e engraçado são os adjetivos que a mamãe usa para definir a personalidade de Manoel. Ela conta orgulhosa que antes de ele completar 2 anos de vida já desbravava as ondas de Búzios, Região dos Lagos do Rio, acompanhado dos priminhos na prancha de surfe. “Sou uma mãe relax. Não tenho medo. Quero que ele seja um ser humano seguro de si. Acho que uma pessoa insegura é o que gera mais problemas na gente.
Filho é bom de qualquer jeito. Criança é uma loucura de bom!"

Maria Padilha
Maria colocou Manoel na escola quando ele tinha 1 ano e 8 meses. Tudo para ele passar a se relacionar com crianças de sua idade. Uma das maiores preocupações de Maria é quanto ao futuro caráter do filho: “Sempre tive medo de ter uma criança mau-caráter ou burra. Mas meu terapeuta disse que o caráter não nasce com a pessoa e é a gente que o coloca nos filhos. Ser mãe é um aprendizado. A gente fica querendo ser um cidadão cada vez melhor: melhor mãe, melhor atriz, ter a melhor saúde... Quero durar muito tempo!”
Nos momentos de estresse entre mãe e filho não há ira que resista a um beijo de Manoel. “Ele me dá um beijo e fico ótima!”, garante. Entusiasmada com a experiência da maternidade, Maria tem vontade de ter outros filhos, mas a falta de uma estrutura familiar a desencoraja. “Sou órfã de pai e mãe. Sou meio sozinha. Por isso que demorei tanto a ter filhos. Mas a chegada de uma criança ajeita tudo. O amor que eles trazem gera uma rede de amor grande! Tudo conspira a favor. Filho é bom de qualquer jeito. Criança é uma loucura de bom!”
Um beijo de Manoel faz Maria perdoar qualquer peraltice do filho (Foto: Luiza Dantas / Divulgação)
do EGO, no Rio

sexta-feira, 2 de maio de 2014

JANTAR COMEMORATIVO AO DIA NACIONAL DA ADOÇÃO‏

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III Jantar Comemorativo.

Dia 24 (sábado) de maio/14 às 20h00, no Restaurante Café Feijó, Av Senador Feijó 174 Centro-Santos/SP 

Valor: R$ 50,00 - informações (13) 3018-1100

 *  Bebidas será cobrado à parte
** Devido a falta de espaço nossos pequenos não poderão ir.

CORREGEDORIA EDITA PROVIMENTO PARA GARANTIR EFETIVIDADE DAS VARAS DE INFÂNCIA E JUVENTUDE


Luiz Silveira/Agência CNJ
Corregedoria edita provimento para garantir efetividade das varas de infância e juventude


Visando à efetividade da Justiça em questões de adoção e destituição do poder familiar, o Corregedor Nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, assinou o Provimento n. 36, que prevê determinações e recomendações aos tribunais brasileiros. Melhorias na estrutura das varas da infância e juventude e fiscalização das corregedorias locais sobre o tempo de tramitação dos processos de adoção e destituição do poder familiar são algumas das medidas fixadas. O provimento foi publicado nesta terça-feira (29/4), no Diário de Justiça.
Com as determinações, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) espera garantir integralmente a previsão constitucional de dar prioridade absoluta aos processos que tratam dos direitos das crianças e adolescentes. A edição do provimento também marca o dia nacional da adoção, comemorado em 25 de maio.
Em até 90 dias, os presidentes dos Tribunais de Justiça deverão providenciar estudos para instalar varas de competência exclusiva em matéria de infância e juventude nas comarcas com mais de 100 mil habitantes. No mesmo período, deverão informar à Corregedoria do CNJ se existem varas exclusivas criadas por lei, mas ainda não instaladas.
Realidade atual  Com 184.383 mil habitantes, o município de Lauro de Freitas/BA, por exemplo, ainda conta com uma vara da infância e juventude com competência também para a matéria penal. Estão em andamento 15 mil processos apenas de questões criminais. Quando assumiu a unidade, em junho de 2013, a juíza Antônia Marina Aparecida de Paula Faleiros encontrou processos de adoção do ano de 1996 parados.
“A vara exclusiva da infância e juventude é tudo que tenho tentado”, afirma. “A competência concorrente para julgamento de matéria criminal e da infância e juventude contamina o padrão de pensamento do julgador, dos servidores e do próprio adolescente que se vê em local repressivo e simbólico do processo criminal em vez de passar pelos procedimentos definidos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”, completa a magistrada.
Segundo a juíza, a vara exclusiva de Laura de Freitas já foi criada por lei, mas ainda depende de deliberação do Pleno do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA) para ser instalada. “O processo administrativo está pronto para ser analisado desde 14 de janeiro”, afirma.
Estrutura  O CNJ também diagnosticou a falta de equipes multidisciplinares (psicólogos, assistentes sociais e pedagogos) do Poder Judiciário para auxiliarem os juízes da infância e juventude na tomada de decisão. No estado do Rio Grande do Norte, por exemplo, há apenas dois psicólogos vinculados às varas da infância. Ambos estão lotados na comarca de Natal, conforme processo em andamento na Corregedoria.
De acordo com o provimento, os presidentes dos tribunais deverão elaborar, em 90 dias, projeto de implantação progressiva das equipes ou, ao menos, de criação de núcleos multidisciplinares regionais efetivos. Ainda pela norma, a Corregedoria recomenda aos magistrados atuação integrada com as secretarias municipais de assistência social.
Fiscalização – A Corregedoria Nacional de Justiça também determinou que as corregedorias dos Tribunais de Justiça dos estados fiscalizem o tempo de tramitação dos processos de adoção e de destituição do poder familiar. O objetivo é evitar reversões de guarda traumáticas e situações de crianças que permanecem anos em abrigos sem poder entrar na fila de adoção.
As corregedorias locais deverão investigar o magistrado que conduzir ações tramitando há mais de um ano, de forma injustificada, sem proferir a sentença. O ECA (Lei n. 8.069, de 1990) determina prazo máximo de 120 dias para conclusão nas ações de destituição do poder familiar.  
Os presidentes dos tribunais também deverão zelar pelo rápido andamento dos recursos interpostos contra as sentenças quando a tramitação superar seis meses sem julgamento.
Dados – Para suprir a carência de dados que dificulta a gestão, a Corregedoria solicita informações dos magistrados para conhecer a real estrutura das varas da infância e juventude do País. Atualmente, o CNJ registra a existência de 1.303 varas da infância e juventude no Brasil.
De acordo com o Provimento n. 36, os juízes terão 30 dias, a partir da entrada em vigor da norma, para atualizar o Cadastro Nacional de Adoção, especificamente sobre os pretendentes interessados e as crianças e adolescentes aptos à adoção na comarca ou foro regional do magistrado.
O Sistema Justiça Aberta, do CNJ, também está sendo adaptado para receber informações dos juízes sobre a estrutura da vara da infância e juventude em que atuam. O Questionário Eletrônico deverá ser preenchido até o dia 10 de fevereiro de cada ano.
O Conselho quer saber se a competência da vara da infância e juventude é concorrente ou exclusiva, além do total de processos em tramitação, número de magistrados e servidores, e informações sobre a equipe multidisciplinar do Poder Judiciário.
Clique aqui para acessar o Provimento n. 36.
Bárbara Pombo
Agência CNJ de Notícias
 30/04/2014

terça-feira, 15 de abril de 2014

ALMOÇO DE PÁSCOA

O Maternizar e colaboradores, realizaram neste domingo (13/04), o "Almoço de Páscoa", das crianças e adolescentes que se encontram nas Instituições de Acolhimento de São Vicente.



  

quarta-feira, 26 de março de 2014

OITO CRIANÇAS FORAM DEVOLVIDAS NO PERÍODO DE GUARDA EM 2013, EM UBERLÂNDIA


Oito crianças foram devolvidas no período de guarda em 2013, em Uberlândia
Promotor Jadir Cirqueira diz que desistência da adoção pode ocorrer por despreparo da família (Foto: Marcos Ribeiro)
A quantidade de menores devolvidos à tutela do Estado durante a guarda provisória, que antecede a sentença de adoção, em 2013, foi quase igual ao número de crianças e adolescentes adotados no mesmo ano, em Uberlândia. As informações são da Vara de Infância e Juventude da cidade, e apontam que nove crianças e adolescentes tiveram o processo de adoção efetivado enquanto oito foram devolvidos antes da conclusão do processo.
O promotor da unidade, Jadir Cirqueira de Souza, explica que a prática não é proibida por lei, já que a guarda é temporária, mas não é recomendável. “Nossa luta é para não deixar que isso aconteça, mas há situações que fogem ao controle, e aí, até mesmo para garantir o bem-estar e a integridade da criança, ela é devolvida”, disse.
Segundo ele, a desistência da adoção no curso do processo pode acontecer por diferentes razões, entre as quais a falta de preparo dos adotantes. “Ao manifestarem interesse em adotar, os potenciais pais participam de cursos em que são orientados sobre todos os deveres relativos aos cuidados de uma criança. No entanto, isso nem sempre dá a eles a exata dimensão do que vão enfrentar, e alguns deles percebem tempos depois que não era isso o que queriam.”
Os efeitos da devolução durante a guarda provisória, em geral, são prejudiciais aos menores, de acordo com o promotor. “Isso rompe vínculos recém-constituídos e pode gerar trauma, já que normalmente as crianças adotadas vêm de problemas complicados na família biológica”, afirmou.
Larissa Guimarães trouxe mais alegria para Raquel e Eduardo (Foto: Cleiton Borges)
O advogado especialista em Direito de Família Almir José de Faria afirma que a devolução está relacionada à falta de amadurecimento. “A pessoa ou a família que tem intenção de adotar deve estar bem preparada psicologicamente para que consiga enfrentar as dificuldades inerentes aos cuidados e à educação de uma criança ou jovem”, disse.
Segundo ele, a sociedade precisa compreender melhor o conceito de adoção. “As pessoas precisam amadurecer a ideia de adotar, e entender que há muitas crianças precisando de carinho e amor, independentemente de idade e da cor da pele”, afirmou.
Paixão por criança motivou adoção
A servidora pública Raquel Olício Guimarães e o esposo Eduardo Alves Guimarães tinham pouco mais de cinco anos de casados quando resolveram adotar uma menina, em janeiro do ano passado. Larissa Olício Guimarães, de 9 anos, vivia em um abrigo de Uberlândia e chegou até a família por meio de um projeto da Vara de Infância e Juventude que visa possibilitar que os menores passem festas de fim de ano em casas de famílias. “Ela veio pela primeira vez no Natal de 2010, e depois nos outros dois Natais e festas de Ano-Novo seguintes. Nos encantamos à primeira vista, mas esperamos que a situação jurídica dela fosse solucionada e a adotamos”, disse Raquel Guimarães. Segundo ela, a aceitação por parte dos familiares foi imediata. “Todos a consideram como integrante desde o início e eu não percebo diferenciação nenhuma em relação a qualquer outro parente”, afirmou.
O casal não tem filhos biológicos, mas Raquel Guimarães disse não descartar a possibilidade de engravidar. “Nós a adotamos por amor, mas ainda queremos ter mais filhos, e quero engravidar. Ela tem a história dela, o que pode até nos trazer um desafio, mas o seu bem-estar é a nossa maior motivação.”
Oito crianças foram devolvidas no período de guarda em 2013, em Uberlândia
Sara Vargas diz que a adoção exige maturidade das pessoas (Foto: Cleiton Borges)

ONG oferece apoio para adotantes

Com o objetivo de apoiar a adoção legal, a ONG Pontes de Amor oferece orientação jurídica e psicológica a pessoas que têm a intenção de adotar crianças ou adolescentes.
A presidente da instituição, Sara Vargas, afirma que o principal objetivo é fazer com que os candidatos a futuros pais entendam todos os aspectos do processo de adoção. “Ela deve ser realizada de forma madura, para que os riscos de incompatibilidade e, por consequência, de devolução durante a guarda provisória, sejam minimizados. Eles têm de estar preparados para lidar com eventuais conflitos”, afirmou.
A ONG foi criada há um ano e meio e, segundo a dirigente, tem tido sucesso. “Tentamos oferecer acompanhamento às famílias, para que elas se sintam amparadas mesmo depois de terem adotado. As pessoas compartilham experiências e isso as fortalece”, disse.

domingo, 23 de março de 2014

REUNIÃO MENSAL


Amigos (as) da Adoção,

Próxima reunião mensal do Maternizar
dia 29.03.14 (sábado)
das 16h00 às 18h00
no Plenarinho da Câmara Municipal de São Vicente
na Rua Jacob Emerich nº 1195 Parque Bitaru/São Vicente-SP
(ponto de referência: Rua do Fórum)


Tema:"REVELAÇÃO... POR QUE NÃO CONTAR?"

Apoiadora: SANDRA LEAL -Assistente Social Judiciária e colaboradora do GAALA.


Ao final da reunião sempre temos um cafezinho com lanche, agradecemos quem puder colaborar c/ um prato (doce ou salgado) ou um refrigerante.

  

sábado, 8 de março de 2014

INAUGURAÇÃO DA SEDE DO MATERNIZAR




INFORMAMOS AOS AMIGOS(AS) DA ADOÇÃO, QUE NO DIA 06 DE MARÇO, FOI INAUGURADA A SEDE DO MATERNIZAR.  
 CONTRIBUINDO COM A NOVA CULTURA DA ADOÇÃO. QUE CRIANÇAS E ADOLESCENTES TENHAM O DIREITO DE VIVER EM FAMÍLIA. 



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